Mexa nos botões
do Universo.
Quatro experimentos para quem nunca estudou o assunto. Faça um palpite, mexa e veja o que acontece. Por trás de cada botão estão as mesmas contas que os cientistas usam.
Máquina do tempo
A luz demora para viajar. Por isso, olhar para longe é olhar para o passado. Arraste e veja como era o Universo quando a luz saiu de lá.
- A luz saiu quando o Universo tinha
- —
- Ela viajou durante
- —
- O Universo era
- —
- Temperatura do Universo
- —
- Onde está a fonte hoje
- —
- Luz vermelha que saiu de lá chega como
- —
A luz mais antiga que conseguimos ver saiu quando o Universo tinha…
Uns 380 mil anos. Antes disso o Universo era uma névoa quente que não deixava a luz passar. Quando clareou, essa luz partiu e viaja até hoje. No caminho ela foi esticada tanto que virou micro-ondas, o mesmo tipo de onda do forno da sua cozinha (só que bem mais fraca).
Para quem quer os nomes técnicos
- "Quão longe" os astrônomos chamam de redshift: o quanto a luz foi esticada no caminho.
- A luz mais antiga se chama radiação cósmica de fundo.
- Os números vêm do modelo cosmológico padrão, com as medidas do satélite Planck (abre em outra aba) ↗.
O espaço crescendo
Cada ponto é uma galáxia. Pense em passas num bolo crescendo no forno: o bolo cresce e todas as passas se afastam umas das outras. Toque em qualquer galáxia para morar nela e depois deixe o espaço crescer.
Você mudou de galáxia. Onde fica o centro dessa expansão?
Em lugar nenhum. De qualquer galáxia, você vê todas as outras se afastando, e as mais distantes mais depressa. Ninguém está no meio. É isso que os telescópios mostram em grande escala. Coisas presas pela gravidade, como o Sistema Solar ou a nossa galáxia, não crescem.
Para quem quer os nomes técnicos
- "Mais longe, afasta mais, na mesma proporção" é a lei de Hubble–Lemaître.
- Coisas presas pela gravidade, como o Sistema Solar, não crescem com o espaço.
Meça como Hubble
Em 1929, o astrônomo Edwin Hubble mediu galáxias e percebeu que as mais distantes se afastam mais depressa. Foi a pista de que o Universo cresce. Agora é a sua vez: toque nas galáxias para medir.
Como o telescópio mede: a distância vem do brilho de estrelas que explodem sempre com a mesma força (quanto mais fracas parecem, mais longe estão). A velocidade vem da cor: a luz de quem se afasta chega mais avermelhada.
O que você descobriu
Antes de medir: as galáxias mais distantes se afastam…
Mais depressa: o dobro da distância, mais ou menos o dobro da velocidade. A inclinação dessa reta diz o ritmo em que o Universo cresce hoje. Galáxias próximas atrapalham um pouco, porque elas também têm seus próprios movimentos.
Para quem quer os nomes técnicos
- O ritmo de expansão se chama constante de Hubble.
- As estrelas que explodem sempre com o mesmo brilho são supernovas do tipo Ia. Hubble publicou a descoberta em 1929 (artigo original (abre em outra aba) ↗); Georges Lemaître chegou à mesma ideia em 1927.
Com essa receita o Universo nunca teria começado pequeno e quente. Não é o nosso caso. Ponha mais matéria ou menos energia escura.
Do que o Universo é feito
O que existe no Universo decide o que acontece com ele. A matéria puxa tudo para junto e freia a expansão. A energia escura, algo que ainda não entendemos, faz a expansão acelerar. Mude a receita e veja o futuro mudar.
- Idade do Universo
- —
- A expansão hoje está
- —
- O futuro
- —
- A forma do espaço
- —
Se o Universo tivesse só matéria, sem energia escura, a expansão…
Com a quantidade "certinha" de matéria, ela vai freando para sempre, cada vez mais devagar, sem nunca parar. Com matéria demais, pararia e voltaria a encolher. Mas o que vemos é outra coisa: hoje a expansão está acelerando. Por isso existe a ideia de energia escura.
Para quem quer os nomes técnicos
- As contas por trás do gráfico são as equações de Friedmann, as mesmas que os cosmólogos usam.
- A diferença entre 67 e 73 se chama tensão de Hubble. Medidas: satélite Planck (abre em outra aba) ↗ e equipe SH0ES (abre em outra aba) ↗.
Três perguntas.
Um Universo inteiro.
Comece pelo nosso lugar no cosmos, descubra a história da expansão e aprenda a ler as evidências. Cada jornada tem uma exploração visual, leitura em três níveis e perguntas com explicação.
01 / 03 (concluído)Onde estamos no Universo?
A Terra está no Sistema Solar, dentro da Via Láctea. Galáxias formam estruturas em escalas ainda maiores, e a luz distante nos conta como o cosmos era quando partiu.
Você vai conseguir: Distinguir Sistema Solar, galáxia e Universo, e explicar por que a luz distante revela o passado.
Ler a jornada · 7 min02 / 03 (concluído)Como o Universo evoluiu?
A cosmologia combina a expansão, a abundância de elementos leves e a radiação cósmica de fundo para reconstruir a evolução de um Universo jovem quente e denso.
Você vai conseguir: Explicar o que descreve o modelo do Big Bang quente, citar evidências importantes e reconhecer o que ainda não sabemos sobre a causa inicial.
Ler a jornada · 8 min03 / 03 (concluído)Como sabemos disso?
Compare o que os instrumentos medem, o que os modelos inferem e o que permanece desconhecido. A expansão, a CMB e a gravidade das estruturas oferecem pistas diferentes.
Você vai conseguir: Distinguir observação, inferência e questão aberta ao examinar expansão, CMB, matéria escura e expansão acelerada.
Ler a jornada · 8 minMexa. Observe.
Faça uma pergunta.
As três explorações vivem dentro das jornadas. Você pode abrir qualquer uma e começar pelo que chama sua atenção.

Encontre o seu endereço cósmico
Da Terra à teia cósmica. A luz transforma distância em uma janela para o passado.
Explore as escalas ↗
Expanda o espaço entre galáxias
Mude a escala e escolha outro observador. A regra é a mesma em toda a malha.
Experimente a expansão ↗
Siga uma pista até seus limites
Expansão, luz antiga, matéria escura e aceleração: o que vemos e o que permanece aberto.
Halo e cor ilustram uma distribuição inferida; não representam luz emitida pela matéria escura.
Investigue as evidências ↗Continue por onde quiserEstrelas, planetas e a nossa casa
Abra a exploração livre: três leituras complementares, linha do tempo, planetas e experiências.
Por que uma estrela brilha?
Da nuvem à fusão, da massa ao destino.
Abrir capítulo ↗Como surgiram mundos tão diferentes?
Uma estrela, oito planetas e muitos outros corpos.
Abrir capítulo ↗Como a Terra se tornou nossa casa?
Rocha, água, ar e uma longa transformação.
Abrir capítulo ↗O tempo muda.
Tudo muda com ele.
Dos primeiros núcleos ao ar que você respira. Navegue pelos marcos e entre na história.
01 / 10O Universo em fase quente
A expansão, os elementos leves e a radiação cósmica de fundo sustentam a reconstrução de uma fase antiga quente e densa. O modelo descreve a evolução inicial, não uma causa confirmada para a origem.
Entrar neste capítuloMarcos igualmente espaçados para facilitar a navegação. A distância na interface não representa duração. Datas aproximadas; “depois” conta a partir da fase quente, “atrás” conta a partir de hoje. As imagens ilustram o tema de cada marco e não reconstroem a aparência daquela época: uma Terra ou uma galáxia de aspecto moderno não é uma imagem do passado.
Oito mundos.
Nenhum igual.
Selecione um planeta. Compare composição, atmosfera e os números que dão forma a cada mundo.
Ilustração artística · sem escalaTerra
Oceanos líquidos, uma atmosfera que evoluiu com a vida e o único mundo onde a vida foi confirmada.
O que compõe este mundo?
- Interior
- Crosta e manto rochosos; núcleo rico em ferro.
- Atmosfera
- Cerca de 78% N₂, 21% O₂; argônio, CO₂ e vapor de água.
- Como ler a temperatura
- Média global de superfície aproximada; muda com época e método.
- Uma curiosidade
- A rotação sideral dura cerca de 23 h 56 min. O dia solar médio tem 24 h, pois a Terra também avança em sua órbita.
Ilustrações artísticas geradas por computação; não são fotografias nem trazem feições reais. Tamanhos e órbitas sem escala. Raios equatoriais; gravidade inclui o efeito da rotação. Gigantes: gravidade e temperatura no nível de 1 bar. Período orbital tropical; rotação sideral, com sinal negativo para rotação retrógrada. 1 UA ≈ 149,6 milhões de km.NASA / NSSDCA · Planetary Fact Sheet — unidades métricas (abre em outra aba)NASA / NSSDCA · Definições e notas da tabela planetária (abre em outra aba)NASA / NSSDCA · Dados planetários em unidades relativas à Terra (abre em outra aba)
Colocar dois mundos lado a ladoMude uma escolha.
Descubra uma relação.
Dois mundos. A mesma régua.
Escolha os planetas e veja o que muda quando tamanho, massa e gravidade deixam de ser a mesma coisa.


Júpiter tem um raio 11,21 vezes o da Terra. A gravidade não cresce na mesma proporção.
| Propriedade | Terra | Júpiter |
|---|---|---|
| Raio equatorial | 6.378 km | 71.492 km |
| Massa | 5,97 × 10²⁴ kg | 1,898 × 10²⁷ kg |
| Gravidade equatorial | 9,8 m/s² | 23,1 m/s² |
| Temperatura de referência | 15 °C | −110 °C |
| Onde é medida | Superfície (média) | Atmosfera (1 bar) |
| Semieixo da órbita | 1 UA | 5,2 UA |
| Período orbital tropical | 365,2 dias | 4.331 dias |
| Rotação sideral | 23,9 h | 9,9 h |
| Composição principal | Crosta e manto rochosos; núcleo rico em ferro. | Principalmente hidrogênio e hélio; interior sob enorme pressão. |
| Atmosfera | Cerca de 78% N₂, 21% O₂; argônio, CO₂ e vapor de água. | Hidrogênio e hélio, com traços de metano, amônia e água. |
Discos em escala de raio equatorial entre os dois selecionados, a partir de ilustrações artísticas. Anéis ficam fora da medida. Temperaturas de superfície e de atmosfera a 1 bar têm definições distintas, indicadas na tabela.
A massa escreve parte da história.
Selecione uma massa inicial para acompanhar um caminho de evolução estelar. A composição e a história também importam.
Use as setas do teclado para ajustar a massa em passos de 0,1 massa solar.

Um núcleo que vai esfriar.
Depois da sequência principal, fases de gigante e perda das camadas externas deixam um núcleo compacto: uma anã branca.
Escala de vida: bilhões de anos. O Sol tem cerca de 4,6 bilhões de anos.
- 01
Nuvem molecular
- 02
Protoestrela
- 03
Sequência principal
- 04
Gigante / perda de gás
- 05
Anã branca
Este é um caminho típico de uma estrela isolada. Composição, perda de massa e interação em sistemas binários mudam a evolução.
Render conceitual de estrela por IA, sem escala física. A imagem é fixa e não representa um resultado quantitativo: a massa, o percurso e os tempos didáticos estão descritos no texto.
Entender o mecanismo por trás do caminhoAgora é
com você.
Nove perguntas, três jornadas e uma explicação em cada resposta. Use o erro para descobrir o que ainda merece uma segunda olhada.
Qual sequência coloca cada escala no lugar certo, do menor para o maior?
O dicionário
da curiosidade.
Termos difíceis ficam melhores quando encontram um exemplo. Busque uma palavra ou uma ideia.
Universo observável
Região do Universo de onde sinais, como a luz, tiveram tempo de chegar até nós.
Exemplo. Seu limite é um horizonte de observação, não uma borda física comprovada do Universo inteiro.
Ver a ideia em contexto: Onde estamos no Universo?Sistema Solar
O Sol e os corpos que orbitam ao seu redor, como planetas, luas, asteroides e cometas.
Exemplo. A Terra orbita o Sol e faz parte do Sistema Solar.
Ver a ideia em contexto: Onde estamos no Universo?Galáxia
Grande sistema de estrelas, gás e poeira mantidos juntos pela gravidade; sua massa inclui componentes inferidos, como matéria escura.
Exemplo. O Sol pertence à Via Láctea, uma galáxia espiral.
Ver a ideia em contexto: Onde estamos no Universo?Teia cósmica
Rede em grande escala formada por galáxias, grupos e aglomerados ao longo de filamentos, com regiões menos densas entre eles.
Exemplo. Mapas de galáxias mostram concentrações e vazios em vez de uma distribuição uniforme.
Ver a ideia em contexto: Onde estamos no Universo?Ano-luz
Distância que a luz percorre no vácuo em um ano; não é uma medida de tempo.
Exemplo. A luz de uma estrela a quatro anos-luz leva cerca de quatro anos para chegar até nós.
Ver a ideia em contexto: Onde estamos no Universo?Big Bang quente
Modelo que descreve a expansão e o resfriamento de um Universo jovem muito quente e denso; não define uma causa inicial confirmada.
Exemplo. A expansão, os elementos leves e a CMB podem ser comparados com as previsões do modelo.
Ver a ideia em contexto: Como o Universo evoluiu?Expansão do Universo
Aumento, em grandes escalas, das distâncias entre regiões que acompanham o fluxo cósmico, junto com o alongamento da luz que viaja pelo espaço.
Exemplo. A luz de galáxias distantes pode chegar com comprimentos de onda maiores.
Ver a ideia em contexto: Como o Universo evoluiu?Radiação cósmica de fundo (CMB)
Luz antiga que passou a viajar livremente quando o Universo tinha cerca de 380 mil anos e hoje é detectada sobretudo em micro-ondas.
Exemplo. Satélites mapearam pequenas variações dessa radiação em todo o céu.
Ver a ideia em contexto: Como o Universo evoluiu?Redshift
Deslocamento de linhas da luz para comprimentos de onda maiores; a expansão cósmica é uma causa importante em escalas grandes.
Exemplo. Movimento local e gravidade também afetam a luz, então redshift não é uma medida de distância isolada.
Ver a ideia em contexto: Como o Universo evoluiu?Matéria escura
Componente de matéria inferida principalmente por efeitos gravitacionais; sua natureza e suas partículas ainda não foram identificadas.
Exemplo. A distorção gravitacional da luz de galáxias ao fundo ajuda a mapear massa escura em aglomerados.
Ver a ideia em contexto: Como sabemos disso?Energia escura
Nome usado em modelos para a componente ou propriedade associada à expansão acelerada; sua natureza física continua desconhecida.
Exemplo. A constante cosmológica é a descrição mais simples desse efeito no modelo ΛCDM.
Ver a ideia em contexto: Como sabemos disso?Gravidade
Interação associada à massa e à energia; na relatividade geral é descrita pela geometria do espaço-tempo.
Exemplo. Ela participa da queda de um objeto, das órbitas e do colapso de nuvens.
Ver a ideia em contexto: O Sistema SolarNebulosa
Região de gás e poeira que pode ter diferentes origens e mecanismos de brilho.
Exemplo. Algumas formam estrelas; outras são material expelido por estrelas.
Ver a ideia em contexto: Onde estamos no Universo?Fusão nuclear
Reações em que núcleos leves se combinam; certas reações liberam energia.
Exemplo. No Sol, a cadeia de reações do hidrogênio produz hélio.
Ver a ideia em contexto: A vida das estrelasProtoestrela
Objeto em formação pelo colapso de gás, antes da fase estável de fusão de hidrogênio.
Exemplo. Contração e acreção aquecem o objeto e seu entorno.
Ver a ideia em contexto: A vida das estrelasSequência principal
Fase em que a estrela obtém sua energia principalmente da fusão de hidrogênio no núcleo.
Exemplo. O Sol está nessa fase atualmente.
Ver a ideia em contexto: A vida das estrelasAnã branca
Remanescente estelar compacto, sustentado pela pressão de degenerescência dos elétrons.
Exemplo. É o destino esperado do núcleo de uma estrela como o Sol.
Ver a ideia em contexto: A vida das estrelasSupernova
Uma explosão estelar muito energética; existem mecanismos diferentes para produzi-la.
Exemplo. Colapso de núcleo e explosão de uma anã branca são caminhos distintos.
Ver a ideia em contexto: A vida das estrelasEstrela de nêutrons
Remanescente compacto de certos colapsos estelares, composto por matéria extremamente densa.
Exemplo. Pulsares são estrelas de nêutrons observadas por pulsos regulares.
Ver a ideia em contexto: A vida das estrelasUnidade astronômica
Unidade de distância igual a 149.597.870,7 km, próxima da distância média Terra–Sol.
Exemplo. Netuno orbita a cerca de 30 UA do Sol.
Ver a ideia em contexto: O Sistema SolarRotação sideral
Tempo para completar uma volta em relação a uma referência distante, como as estrelas.
Exemplo. Na Terra, é ligeiramente menor que o dia solar de 24 horas.
Ver a ideia em contexto: O Sistema SolarEfeito estufa
Mudança na troca de energia causada pela absorção e emissão de infravermelho pela atmosfera.
Exemplo. Contribui para aquecer a superfície; em Vênus é extremo.
Ver a ideia em contexto: Terra e atmosferaMagnetosfera
Região do ambiente espacial influenciada pelo campo magnético de um corpo.
Exemplo. A terrestre interage com o vento solar e participa da formação de auroras.
Ver a ideia em contexto: Terra e atmosferaHorizonte de eventos
Fronteira além da qual sinais não conseguem alcançar observadores externos distantes.
Exemplo. A luz da região observada ao redor de um buraco negro vem de fora do horizonte.
Ver a ideia em contexto: Como sabemos disso?Exoplaneta
Planeta fora do Sistema Solar.
Exemplo. Um trânsito pode reduzir um pouco o brilho observado de sua estrela.
Ver a ideia em contexto: Como sabemos disso?Zona habitável
Faixa de órbitas onde água líquida superficial pode ser possível sob certas condições.
Exemplo. Estar nessa faixa não confirma atmosfera favorável nem vida.
Ver a ideia em contexto: Como sabemos disso?Nenhum termo encontrado. Tente outra palavra, como “luz” ou “estrela”.
A beleza vem com
uma legenda.
Cada jornada associa suas explicações a referências. Fotografias, cores compostas e representações artísticas contam histórias de maneiras diferentes.
Foi observado: medido por telescópios e instrumentos, com margens de erro conhecidas.
Vem de um modelo: uma explicação que liga as medidas e faz previsões que podem ser testadas.
Está em investigação. Uma hipótese não vira fato só porque ganhou uma imagem bonita.

Nossa vizinha Andrômeda
Mosaico infravermelho de quatro detectores do WISE: 3,4 e 4,6 µm em azul; 12 µm em verde; 22 µm em vermelho. As cores são atribuídas aos comprimentos de onda; não representam cores visíveis.
NASA/JPL-Caltech/UCLA
Imagem e legenda originais (abre em outra aba)
“Cosmic Cliffs” na Nebulosa de Carina (imagem composta NIRCam e MIRI)
Composição de exposições infravermelhas separadas dos instrumentos NIRCam e MIRI do Webb, com cores atribuídas a filtros distintos.
NASA, ESA, CSA, STScI
Imagem e legenda originais (abre em outra aba)
O nascer do Sol visto da estação espacial
Fotografia de astronauta ISS070-E-1178, feita em 29 set. 2023; a NASA informa que foi recortada, teve o contraste realçado e artefatos da lente removidos.
NASA / ISS Crew Earth Observations Facility / Earth Science and Remote Sensing Unit, Johnson Space Center; fotografia por membro da Expedição 70; legenda: Kathryn Hansen
Imagem e legenda originais (abre em outra aba)Consultar todas as referências científicas · 36
- NASA · A história do Universo (abre em outra aba)
- NASA / WMAP · Radiação cósmica de fundo (abre em outra aba)
- ESA / Planck Collaboration · Planck 2018: parâmetros cosmológicos (abre em outra aba)
- NASA · Galáxias (abre em outra aba)
- NASA · Tipos de galáxias (abre em outra aba)
- NASA · Estruturas em grande escala (abre em outra aba)
- NASA · Nascimento, vida e morte das estrelas (abre em outra aba)
- NASA · Tipos de estrelas (abre em outra aba)
- NASA · Fatos sobre o Sol (abre em outra aba)
- NASA · Fatos sobre o Sistema Solar (abre em outra aba)
- NASA / NSSDCA · Planetary Fact Sheet — unidades métricas (abre em outra aba)
- NASA / NSSDCA · Definições e notas da tabela planetária (abre em outra aba)
- NASA · Asteroides, cometas e meteoros (abre em outra aba)
- NASA · Fatos sobre a Terra (abre em outra aba)
- NOAA / National Weather Service · Camadas da atmosfera (abre em outra aba)
- NASA · A magnetosfera terrestre (abre em outra aba)
- NASA · Fatos sobre Vênus (abre em outra aba)
- NASA · Fatos sobre Marte (abre em outra aba)
- NASA · Buracos negros (abre em outra aba)
- NASA · Matéria escura (abre em outra aba)
- NASA · Energia escura e expansão acelerada (abre em outra aba)
- NASA · Exoplanetas (abre em outra aba)
- NASA / NSSDCA · Dados planetários em unidades relativas à Terra (abre em outra aba)
- NOAA / NASA JPL · Como a atmosfera terrestre se formou (abre em outra aba)
- NASA Astrobiology · Evidências da elevação inicial do oxigênio terrestre (abre em outra aba)
- NASA · Meteoros e meteoritos (abre em outra aba)
- NASA · A busca de vida fora da Terra (abre em outra aba)
- NASA · Sistema Solar, galáxia e Universo (abre em outra aba)
- NASA · O que é o Universo? (abre em outra aba)
- NASA · Observar a história cósmica pela luz (abre em outra aba)
- NASA · O que é um ano-luz? (abre em outra aba)
- NASA · Redshift cosmológico observado pelo Hubble (abre em outra aba)
- NASA · Evolução do Universo e radiação de fundo (abre em outra aba)
- ESA · Destaques científicos da missão Planck (abre em outra aba)
- NASA · Matéria escura (abre em outra aba)
- NASA · Galáxias ao longo do tempo (abre em outra aba)
Eclipse, escalas, evidências, capas e imagens da linha do tempo e do laboratório usam renders conceituais gerados por IA, sem dados observacionais e sem escala física. As ilustrações dos planetas no catálogo e no comparador foram previamente renderizadas por computação neste projeto. As três fotografias e observações compostas acima são imagens oficiais, com créditos próprios, armazenadas com o projeto. Condições de uso NASA (abre em outra aba). Projeto independente, sem afiliação ou endosso institucional.